
Remexendo e arquivos passados encontrei uma pasta entitulada "Besteiras", e me peguei revivendo coisas que eu havia esquecido como era viver. Alguns trechos serão postados, outros voltarão a ficar escondidos. Mas a sensação que causaram ficará novamente, e por algum tempo, impregnados na memória.
Te conheço desde não-me-lembro-quando e gosto de você desde não-sei-que-dia. Você finge que não sabe desde-sempre e eu finjo que não sinto desde que-esqueci-oque-é-sentir. E são todos esse não-sei-oquê, não-sei-porquê, não-sei-quando que me fascinam. Mas a verdade é que se você não é maduro o suficiente pra dizer-que-sabe e eu corajosa o bastante pra dizer-que-quero...Bem, estamos fadados-ao-acaso-mesmo. E fica tão inutilmente-adorável entregar duas vidas ao banal-complexo-destino.
Um comentário:
Fico muito feliz, que tenha voltado a escrever, assim a sensibilidade por muitas vezes torna a transparecer, confundindo os que pouco a conhecem, provocando as mas variadas especulações.
Espero que esse amor pelas letras, livros e fotos possam frutificar mais e mais.
Amo você.
Beijos
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